
O que seria do Super-homem sem Lex Luthor? Batman sem Coringa? Papa-léguas sem Coiote? Só perante seus inimigos estes heróis (Papa-léguas sim, por que não?) conheceram e desencadearam sua verdadeira potência. Por que com você seria diferente?
Um inimigo é como um dique que barra uma corrente de água e força-a a se avolumar mais, até que possa transbordar o obstáculo. Até antes deste momento, nas horas de calmaria, o proto-herói vive atolado num marasmo sem sentido, pois suas principais qualidades e poderes precisam de um catalisador para se manifestar.
O inimigo é a enzima que faltava ao super-herói para essa catálise. Nem precisa ser necessariamente uma pessoa, pode ser uma situação aversiva que se queira superar, um traço de personalidade arraigado que se queira ardentemente transformar etc. Em todos esses casos, uma vez identificado o vilão, é hora do mocinho passar por toda sorte de intempéries e desafios, que nada mais são que testes para sua força e intento.
Pegue qualquer biografia de grandes figuras que você admire, duvido muito que um inimigo aterrador não tenha azucrinado a pessoa em questão, até o momento em que foi superado (ou não).
Não, não estou recomendado que você saia esbarrando no primeiro mal encarado que aparecer na rua. Identifique seus objetivos e, logo em seguida, identifique os percalços que lhe impedem de chegar lá. Dentre eles certamente emergirá seus inimigos. Uma vez revelados, como diria o Coisa do Quarteto Fantástico: “é hora do pau!”
Mas um importante adendo: seja uma pessoa, uma situação ou qualquer outra coisa, nunca se esqueça que, no final das contas, o inimigo é seu principal aliado no caminho da aprendizagem, respeito-o e, dentro do possível, não use as mesmas armas que ele. O ódio é estupidificante, já a raiva pode ser bem aproveitada sob certos aspectos (comentarei sobre isso em breve!).
Em momento algum perca a esportiva e a finesse, nem sucumba a síndrome de vítima ou neuroses de perseguição, o diferencial do herói contra seu algoz é sua nobreza inquebrantável.
Eu nunca vi o super-homem dando piti. Nem o papa-léguas.
Desligou o botão do óbvio? Quer Qualidade de Vida? Escolha bem seus inimigos
quinta-feira, 29 de abril de 2010 | Postado por Rômulo Justa às 08:23 4 comentários
Marcadores: comportamento, ética
Ainda sobre o óbvio
"Axioma n. 1: não acredite" (DeRose)
"Toda unanimidade é burra" (Nelson Rodrigues)
"Toda generalização é perigosa... inclusive esta!" (Mark Twain)
"Concodo com tudo acima" (Rômulo Justa)
segunda-feira, 26 de abril de 2010 | Postado por Rômulo Justa às 17:41 0 comentários
Marcadores: comportamento, filosofia
Quer Qualidade de Vida? Cuidado com o óbvio!

Não é o que parece...
Sim, muito cuidado com ele, pois não há nada mais perigoso do que grandes certezas...
Aliás, há sim, as pequenas certezas! Todas aquelas miudezas que nos fazem perceber o mundo como um fato consumado, geralmente tedioso e imutável.
Como dois e dois são quatro, aquele tom de voz vindo daquela pessoa vai colocar seu dia e seu humor a perder, isto é uma pequena certeza. E é tudo culpa dela, óbvio!
É uma pequena certeza o fato de que seu despertador vai lhe acordar na hora errada pelo motivo errado e não será menos óbvio que seja assim para todo mundo...
Na hora do almoço, com que imensa minúscula certeza você pedirá o mesmo prato de sempre, afinal, certamente não é uma boa hora de experimentar gostos diferentes! Na certa aquele molho não faz sua cabeça, óbvio...
Continua não sendo o que parece...
E como é que ninguém pode ver que, obviamente, o sujeito do carro da frente, aquela tartaruga, é um otário?!! E o caixa do supermercado? E todo mundo que não me retribui um sorriso? Não é absolutamente óbvio que eles simplesmente encanaram de atrapalhar meu dia?
Nossas roupas estão impregnadas de pequenas certezas, nossas carteiras, lares, relações. Em cada hábito que adotamos lá está ela, imponente, entronada, gigantesca, a pequena certeza. Sobre quem ela reina? Adivinha...
Então cuidado com o óbvio, ele nunca será mais que um ponto de vista conveniente reforçado pelo costume, seu, da sua família, da sua cidade, país etc. A capacidade de voluntariamente sair do óbvio é um atributo necessário aos criadores e líderes, ou simplesmente para as pessoas que querem ser felizes...
Daqui para frente, colocarei vários posts dando dicas sobre como cultivar a qualidade de vida, essa popularíssima desconhecida, mas para tanto gostaria de lhes pedir um favor: desliguem o botão do óbvio!
Ele está lá no departamento das pequenas e grandes certezas...
O que você está vendo são pinturas em grafite no chão que simulam espaços 3D!! A quem interessar, procure na net artistas como Edgar Müller,Manfred Stader e Julian Beever.
sábado, 24 de abril de 2010 | Postado por Rômulo Justa às 19:10 6 comentários
Marcadores: filosofia, qualidade de vida
Quebrou a perna, ficou com dor de garganta, dor de cabeça.. e foi jogar wii!
Querem um relato sobre como aplicar no cotidiano a arte do contentamento, ou, parafraseando o jornalista português António Mateus, como converter o fel em mel?
Confiram no blog da instrutora Leilane Lobo, a mesma que quebrou a perna, ficou com dor de garganta, dor de cabeça.. e foi jogar wii!
http://leilanelobo.blogspot.com/2010/04/santosha-de-novo.html
sexta-feira, 23 de abril de 2010 | Postado por Rômulo Justa às 19:02 0 comentários
Marcadores: comportamento, ética
Homem na lua (?)

Depois do comentário fantástico da Marcia Zanchi, nossa Presidenta de Federação, no post anterior, resolvi desenterrar um texto que fiz em 2009. Divirtam-se:
Descontadas as teorias da conspiração, em 2009 fez 40 anos que o Homem pisou na Lua. Vendido para todo mundo como um acontecimento marcante, todos sabem que grandes ideais não moveram esse empreendimento, que foi mais uma peça de publicidade do Tio Sam contra a União Soviética na década de 60.
Para a atmosfera “Nova Era” da época, isso bem parecia significar um verdadeiro “grande salto para a Humanidade”, em que a grandeza do Universo finalmente nos ensinaria sobre o verdadeiro lugar do bicho-homem no Cosmos: o de simples coadjuvante... mais um!
Mas isso não aconteceu. Nem acontecerá com a próxima sonda em Marte, com as novas lentes que a cada década consertam a miopia dos ultratelescópios, nem eclodirá quando o Homem pisar algum solo alienígena.
A razão é absurdamente simples, já vem sendo atestada há vários milênios. Para onde você for, Pasárgada, Marte, Lua ou a padaria da esquina, levará sempre consigo... você mesmo!! E que diferença faz cruzar horizontes cada vez mais distantes se, dentro de si, o Homem continua enxergando só a ponta do seu nariz?
Carlos Drummond de Andrade captou isso e nos legou essa pérola primorosa, o poema “O Homem; as viagens”.
O homem, bicho da terra tão pequeno
Chateia-se na terra
Lugar de muita miséria e pouca diversão,
Faz um foguete, uma cápsula, um módulo
Toca para a lua
Desce cauteloso na lua
Pisa na lua
Planta bandeirola na lua
Experimenta a lua
Coloniza a lua
Civiliza a lua
Humaniza a lua.
Lua humanizada: tão igual à terra.
O homem chateia-se na lua.
Vamos para marte — ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em marte
Pisa em marte
Experimenta
Coloniza
Civiliza
Humaniza marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro — diz o engenho
Sofisticado e dócil.
Vamos a vênus.
O homem põe o pé em vênus,
Vê o visto — é isto?
Idem
Idem
Idem.
O homem funde a cuca se não for a júpiter
Proclamar justiça junto com injustiça
Repetir a fossa
Repetir o inquieto
Repetitório.
Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira terra-a-terra.
O homem chega ao sol ou dá uma volta
Só para te ver?
Não-vê que ele inventa
Roupa insiderável de viver no sol.
Põe o pé e:
Mas que chato é o sol, falso touro
Espanhol domado.
Restam outros sistemas fora
Do solar a colonizar.
Ao acabarem todos
Só resta ao homem
(estará equipado?)
A dificílima dangerosíssima viagem
De si a si mesmo:
Pôr o pé no chão
Do seu coração
Experimentar
Colonizar
Civilizar
Humanizar
O homem
Descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
A perene, insuspeitada alegria
De con-viver.
Sacou tudo, o tal de Carlos!
quarta-feira, 21 de abril de 2010 | Postado por Rômulo Justa às 14:18 4 comentários
Todos querem mudar, poucos sabem como, ninguém se pergunta o porquê

A insatisfação é mais epidêmica que qualquer gripe suína, caprina ou aviária e sua letalidade é indiscutível. Faça o que fizer, diga o que disser, o resultado final é sempre desapontador: “não era bem o que eu queria...”, não é o que vivemos ouvindo... e dizendo?
Bem, se serve de consolo, até onde sei, todos vivem insatisfeitos, daí essa sanha insaciável por mudanças... de qualquer coisa, de hábitos, celular, cabelo, casa, relacionamento... mas o saldo final ainda é: insatisfação. O fato é que poucos sabem como mudar, mas eu não falei mudar, veja bem, eu disse mudar.
Vão para a terapia, tarólogos, procuram no google, fazem promessas, macumba, alguém ou alguma coisa deve servir para dizer como mudamos. Você já sabe também o resultado de quase todas essas empreitadas: insatisfação, frustração.
Aí um ou outro ouve o tilintar da ficha caindo e troca de pergunta: mas porque é tão difícil mudar?
O Método DeRose é um desencadeador de mudanças por excelência e a razão dessa eficiência pode esclarecer a nossa pergunta.
Trata-se de uma cultura integral, pois trabalha todos os aspectos da vida humana. Não se atém só à cuca, aos músculos ou ao coração isoladamente, mas pega todos esses e processa-os simultaneamente. Aí percebemos a sutil ligação existente entre nossa respiração e as emoções, entre o tônus muscular, um corpo belo e as horas de sono; entre a coluna vertebral, o dedão do pé e consciência, entre a sexualidade, a linguagem gestual e o equilíbrio corporal e a meditação e a alimentação... as inter-relações são tão infinitas quanto desconhecidas.
Não, e nem adianta procurar por algo parecido hoje em dia, porque não tem, esta estratégia anda meio démodé na nossa cultura fast-food.
Isso não quer dizer que só esta filosofia prática produz estas mudanças, e que ela seja algum tipo de panacéia das mazelas humanas, mas que é mais fácil transformar-se realmente quando mudamos como um todo, isto é.
segunda-feira, 19 de abril de 2010 | Postado por Rômulo Justa às 14:35 4 comentários
Marcadores: comportamento
Sobre a importância de viajar...

É preciso ler muito e viajar bastante para esgarçar os antolhos que espremem a nossa inteligência. (DeRose)
Esse é um texto sobre viagens e sua importância na Cultura do Método DeRose. Se você ainda pensa que o Método se resume ao que aprende em sala, por mais maravilhoso que isto seja, esse texto intenta lhe acordar para algo maior; se você já é um frequentador assíduo de festivais e eventos, essas linhas talvez lhe recorde momentos inesquecíveis, memoráveis, uma bagagem de sorrisos, descobertas, conhecimento...
Um passo a frente e já não se está no mesmo lugar. Imagine, então, o que é estar milhares de quilômetros distantes do seu lugar, sua casa, sua cidade e, por consequência, de seus hábitos, costumes, de seu cotidiano.
Um choque benéfico assalta suas certezas e desfaz convicções outrora tão arraigadas, não para abandoná-lo num limbo de dúvidas, mas para arrastá-lo a um local mais alto em sua consciência, ribanceira acima, onde você aprecia novas paisagens, mais sábio. Do topo, tudo é mais claro, mais nítido...
É esta a sensação que temos quando viajamos: acontece um salto em nosso conhecimento do mundo, das pessoas. Na Cultura do Método DeRose, este salto é ainda mais intenso, um vôo livre, pois travamos contato com pessoas que valorizam exatamente isso: a amizade como veículo de conhecimento, o movimento, a mudança benéfica. Como disse certa vez, no blog do DeRose, a Prof.ª Anahí Flores, viajar torna-se um “curso intensivo” de mundo.
Festa na Unidade Vila Mariana - SP, na comemoração do jubileu de ouro de ensino do DeRose, fevereiro de 2010. Da esquerda para a direita: instrutora Leilane Lobo, eu, Presidenta da Federação de Yôga do Ceará, Marcia Zanchi e instrutor Felipe Fontenele.
Muitos um dia sonharam com uma fraternidade mundial sem muros ou fronteiras, em que pessoas partiriam e seriam acolhidas em qualquer quinhão do planeta, com carinho e disponibilidade. As fronteiras ainda estão aí, mas o acolhimento fraternal, o companheirismo gostoso, este já é real e está ao alcance de todos aqueles que simpatizam com nossa Cultura de integração e União.
É preciso experimentar para saber do que falo. É necessário chegar de uma longa viagem de avião, cheia de conexões surreais e ser acolhido, numa cidade que você nunca visitou, por alguém que você pouco conhece, a não ser pela medalhinha cintilante que traz ao pescoço: “Ah, finalmente um ÔM no meio dessa confusão!”. Essa pessoa largou seus afazeres para lhe receber com um abraço, te pegar pela mão e apresentar aos amigos (ah, mais medalhinhas cintilantes! E insígnias!). Depois todos se juntam para fazer uma comidinha quentinha e conversar filosofias e asneiras. A milhares de quilômetros de sua casa, de repente, você encontra um lar!
Eu, Jouces e Tomás no Festival de Floripa, 2009.
Entre conversas, risos e práticas, você percebe sotaques tão diferentes, modos de ser tão diversos; e se dá conta de que está vocalizando um mantra numa língua antiquíssima com metade dos Estados brasileiros e vários países do planeta! Todos eles, sem exceção, sabem o que você está fazendo, olham e lhe segredam: “uau! é assim também contigo, a milhares de quilômetros? A um oceano, a um continente de distância? Você também sente o que eu sinto?”. Nesta hora, sem nada dizer, os olhares confirmam: você está em família.
Ser cidadão do mundo, ampliar sua concepção de família para além do estrito espaço domiciliar, isto também é expansão da consciência, em última instância, a meta de nossa Cultura.
Zarpe, caia no mundo, na estrada, participe das dúzias de festivais que Nossa Cultura organiza em tantos Estados do país e até em outros países e continentes. Aproprie-se daquilo que lhe é oferecido e que é tão raro no mundo contemporâneo: uma família sem muros, uma casa sem fronteira onde, por mais longe que estiver, ainda se sentirá em casa...
Viaje, conheça, expanda! Isto também é Método DeRose!
sexta-feira, 16 de abril de 2010 | Postado por Rômulo Justa às 14:22 0 comentários
Marcadores: comportamento, Método DeRose
É Método DeRose ou SwáSthya Yôga?
Método DeRose é uma proposta cultural, um estilo de vida que contém elementos práticos e conceituais.
Comporta uma metodologia bem abrangente, que passa, por exemplo, pelo cultivo da sensorialidade (através de nossos gourmets, do incentivo à arte e á cultura, aprimoramento do senso estético...), do companheirismo (o sentimento gregário) e do refinamento comportamental (politesse), visando a um auto-conhecimento superlativo, num ambiente fraternal e cosmopolita, pois há um grande incentivo para o intercambio cultural com as Unidades credenciadas em todo o mundo.
O SwáSthya Yôga é a parte técnica do Método DeRose que, como falei, comporta também elementos teóricos, comportamentais etc,. Trata-se da sistematização do Yôga Antigo, técnico e não-místico, realizada pelo prof. DeRose no década de 60 do séc. XX. Pela prática deste, todos aqueles atributos do parágrafo anterior são imensamente potencializados e pode-se vivenciar integralmente a proposta de nossa Cultura.
Então, quando bater a confusão é só lembrar que o Método DeRose é mais abrangente e inclui o SwáSthya Yôga em sua metodologia.
O SwáSthya Yôga, é a contrapartida prática do Método DeRose,
Segundo o próprio prof. DeRose:
O Método DeRose é uma tecedura de conceitos e técnicas, da qual as técnicas (e unicamente as técnicas) são oriundas do Yôga Antigo.
Sabe quando alguém diz: “entendeu ou quer que eu desenhe?”, pois é, eu geralmente peço para desenhar. Então esse quadro sinótico, feito por Sandra Sellner, com ajuda da instrutora Ana Cristina, da Unidade Downtown, no Rio, é bem ilustrativo do que quer dizer esta tecedura entre conceitos e técnicas:
Desenhando de novo, desta vez contribuição do Alexandre Montagna, de Florianópolis:
Postado por Rômulo Justa às 14:12 0 comentários
Método... quem?
Comendador De Rose
Resumo do Histórico
DeRose é Doutor Honoris Causa, Comendador e Notório Saber por várias entidades culturais e humanitárias, Conselheiro Emérito da Ordem dos Parlamentares do Brasil, Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História, e Conselheiro da Academia Latino-Americana de Arte. Em 2010, comemora 50 anos na profissão de educador e 24 anos de viagens à Índia, freqüentando durante essas estadas no país inúmeras escolas e outras entidades culturais, nas quais buscou aprimorar seu conhecimento da Filosofia Hindu.
Reconhecimento pelas instituições culturais e humanitárias, pelo Exército Brasileiro, pela Assembléia Legislativa, pelo Governo do Estado, pela Câmara Municipal, pela Polícia Militar, pela Defesa Civil, pela Associação Paulista de Imprensa, pelo Rotary, pela Câmara Brasileira de Cultura, pela Ordem dos Parlamentares do Brasil etc.
Comemorando 40 anos de carreira no ano 2000, recebeu em 2001 e 2002 o reconhecimento do título de Mestre (não-acadêmico) e Notório Saber pela FATEA – Faculdades Integradas Teresa d’Ávila (SP), pela Universidade Lusófona, de Lisboa (Portugal), pela Universidade do Porto (Portugal), pela Universidade de Cruz Alta (RS), pela Universidade Estácio de Sá (MG), pelas Faculdades Integradas Coração de Jesus (SP), pela Câmara Municipal de Curitiba (PR).
Em 2001, recebeu da Sociedade Brasileira de Educação e Integração a Comenda da Ordem do Mérito de Educação e Integração.
Em 2003, recebeu outro título de Comendador, agora pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Em 2004, recebeu o grau de Cavaleiro, pela Ordem dos Nobres Cavaleiros de São Paulo, reconhecida pelo Comando do Regimento de Cavalaria Nove de Julho, da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 
DeRose recebendo a Medalha da Paz, da ONU Brasil, em 2006.
Em 2006, recebeu a Medalha Tiradentes pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e a Medalha da Paz, pela ONU Brasil. No mesmo ano, recebeu o reconhecimento do título de Doutor Honoris Causa pela Câmara Brasileira de Cultura, pela Universidade Livre da Potencialidade Humana e por várias outras instituições culturais e o Diploma do Mérito Histórico e Cultural no grau de Grande Oficial. Foi nomeado Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil.
DeRose recebendo a Medalha Marechal Falconière, em 2007.
Em 2007, recebeu o título de Sócio Honorário do Rotary e a medalha Paul Harris da Fundação Rotária do Rotary International. No mesmo ano foi agraciado com a Medalha Internacional dos Veteranos das Nações Unidas e dos Estados Americanos. Nesse mesmo ano recebeu a Cruz Acadêmica da Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo “por ações meritórias e enaltecedoras ao desenvolvimento da Nação”. Em 30 de janeiro de 2007, recebeu Moção de Votos de Júbilo e Congratulações da Câmara Municipal de São Paulo (RDS 3059/2006). Em 27 de março de 2007, recebeu Voto de Louvor e Congratulações da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná “por seus relevantes serviços prestados”. Em dezembro de 2007 recebeu a Medalha Marechal Falconière.
Comendador DeRose recebendo a Medalha Internacional dos Veteranos das Nações Unidas e dos Estados Americanos, em 2007, das mãos do Coronel Lemos.
Comendador DeRose no Museu da Marinha do Brasil, recebendo a Láurea D. João VI em comemoração pelos 200 anos da Abertura dos Portos, em 2008.
Em 2008, recebeu a Láurea D. João VI em comemoração pelos 200 anos da Abertura dos Portos. No dia do seu aniversário, 18 de fevereiro, recebeu da Câmara Municipal o título de Cidadão Paulistano. Em março, foi agraciado pelo Governador do Estado de São Paulo com o Diploma Omnium Horarum Homo, da Defesa Civil. Neste ano, recebeu também a Cruz da Paz dos Veteranos da Segunda Guerra Mundial, a Medalha do Mérito da Força Expedicionária Brasileira, a Medalha MMDC pelo Comando da Polícia Militar do Estado de São Paulo, a Medalha do Bicentenário dos Dragões da Independência do Exército Brasileiro e a Medalha da Justiça Militar da União.
Em novembro de 2008, foi nomeado Grão-Mestre da Ordem do Mérito das Índias Orientais, de Portugal.
Em virtude das suas atuações nas causas sociais e humanitárias, no dia 2 de dezembro, recebeu uma medalha da Associação Paulista de Imprensa. No dia 4 de dezembro, foi agraciado com a medalha Sentinelas da Paz, pelos Boinas Azuis da ONU de Joinville, Santa Catarina. No dia 5 de dezembro, recebeu, na Câmara Municipal de São Paulo a Cruz do Reconhecimento Social e Cultural. No dia 9 de dezembro, recebeu no Palácio do Governo a medalha da Casa Militar, pela Defesa Civil, em virtude da participação nas várias Campanhas do Agasalho do Estado de São Paulo e na mobilização para auxiliar os desabrigados da tragédia de Santa Catarina. No dia 22 de dezembro, recebeu mais um diploma de reconhecimento da Defesa Civil no Palácio do Governo.
Em janeiro de 2009, recebeu o diploma de Amigo da Base de Administração e Apoio do Ibirapuera, do Exército Brasileiro.
Na Câmara Municipal de São Paulo, DeRose recebeu o título de Cidadão Paulistano no dia do seu aniversário, 18 de fevereiro de 2008. Na foto, da esquerda para a direita, o Comendador DeRose; o Presidente do Rotary São Paulo Morumbi, Dr. Gianpaolo Fabiano; o Deputado Dr. Dennys Serrano; o Vereador José Rolim; o Presidente da Associação Brasileira dos Expedicionários das Forças Internacionais de Paz da ONU, Dr. Walter Mello de Vargas; e o Coronel Alvaro Magalhães Porto, Oficial do Estado Maior do Comando Militar do Sudeste.
Recebendo a medalha comemorativa pelos 25 anos de DeRose em Portugal. Da esquerda para a Direita, o escultor Zulmiro de Carvalho, os professores Luís Lopes, DeRose, António Pereira e o Vereador da Câmara Municipal de Gondomar, Fernando Paulo.
Atualmente, DeRose comemora 25 livros escritos, publicados em vários países e mais de um milhão de exemplares vendidos. Por sua postura avessa ao mercantilismo, conseguiu o que nenhum autor obtivera antes do seu editor: a autorização para permitir free download de vários dos seus livros pela internet em português, espanhol, alemão e italiano, bem como MP3, sem ônus, dos CDs de prática e disponibilizou dezenas de webclasses gratuitamente no site www.MetodoDeRose.org, site esse que não vende nada.
Todas essas coisas foram precedentes históricos. Isso fez de DeRose o mais citado e, sem dúvida, o mais importante escritor do Brasil na área de autoconhecimento, pela energia incansável com que tem divulgado a filosofia Hindu nos últimos quase 50 anos em livros, jornais, revistas, rádio, televisão, conferências, cursos, viagens e formação de novos instrutores. Formou mais de 6000 bons instrutores e ajudou a fundar milhares de espaços de cultura, associações profissionais, Federações, Confederações e Sindicatos. Hoje tem sua obra expandida por: Argentina, Chile, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Itália, Indonésia, Estados Unidos (incluindo o, Havaí) etc.*
* fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/em-comemoracao-aos-65-anos-do-derose/
Este é o resumo do histórico do, hoje, Comendador DeRose. Acredite, isto não chega a 50% dos feitos deste notável educador. Faltam ainda inúmeras condecorações, comendas, medalhas, diplomas que vêm recebendo nestes últimos anos, que você pode conferir no mesmo link acima.
Mas para seus amigos e supervisionados, ele é o Dê, o homem que acalentou um sonho e lutou por ele até mesmo quando quase tudo e todos lutavam contra. Conquistou muito e acabou pisando em muitos calos poderosos, mas não parou de lutar e servir de exemplo e força àqueles que optaram por seguir o caminho que ele abriu.
Postado por Rômulo Justa às 13:55 0 comentários
Marcadores: professor DeRose
Método... o que?

O Método DeRose é, segundo seu próprio sistematizador, o educador DeRose:
“(...) uma cultura, uma proposta de life style com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma.
Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.
Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/pediram-me-uma-definicao-de-metodo-derose/
Ou, segundo eu mesmo, o Método DeRose é... o que há! Uma Cultura que trabalha o corpo sem ser academia; o intelecto sem ser, também, academia (a outra, a universitária...); refina sua sensibilidade, proporciona um autoconhecimento superlativo, amizades maravilhosas e, só para arrematar, te faz viajar o mundo inteiro só para ser bem recebido por todas as Unidades da Rede DeRose espalhadas no mundo...
Postado por Rômulo Justa às 13:51 0 comentários
Marcadores: Método DeRose
Etiquetas
- animais (1)
- antropologia (3)
- apocalipse zumbi (1)
- comportamento (24)
- comportamento organizacional (1)
- cotidiano (1)
- Cultura Shakta (7)
- filosofia (5)
- filosofia prática (11)
- Método DeRose (2)
- professor DeRose (1)
- qualidade de vida (8)
- relações interpessoais (4)
- ética (12)
